sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Percepção - Edifício Serramares
O Edifício Residencial Serramares está localizado na rua Santa Rita Durão 339, Bairro Funcionários e foi construído em 1985 pelo arquiteto Joel Campolina, formado e graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais. O edifício se destaca por vários motivos e entre eles um provoca maior observação: os corredores. No Serramares, estes são "externos", ou seja, diferentes dos convencionais, que pelas palavras do próprio arquiteto parecem "corredores confinados, mal iluminados, que nos lembram hotéis ou hospitais". Dessa forma ele organiza os apartamentos de maneira linear e unilateral, como casas em uma vila. Cada andar reprensenta uma vila e os 6 apartamentos representam suas casas. E isto não acontece por acaso. O terreno onde hoje fica o edifício Serramares abrigava uma antiga vila e nela havia 6 casas. Então, o arquiteto, para preservar tal história, usou-a de inspiração para a planta do edifício.
Além de residencial, o edificio abriga uma parte destinada ao comércio, com lojas e escritórios. Isso faz com que toda a população possa ter acesso ao Serramares.
Vale a pena visitar esta obra tão importante de Joel Campolina. Além de acrescentarmos aprendizados, valorizamos o trabalho de arquitetos brasileiros, principalmente mineiros.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Niemeyer de Perto
Nesta última sexta feira, 20 de agosto, visitamos parte do conjunto arquitetônico da lagoa da Pampulha. Observamos mais de perto o Museu de Arte da Pampulha e a Casa do Baile, ambos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Todo o complexo da lagoa foi desenhado por Oscar, que na época foi convidado pelo então prefeito de Belo Horizonte Juscelino Kubitschek, que visava a ocupação da região de forma moderna e inovadora. Das cinco obras do projeto, apenas quatro vieram a ser efetivadas, compondo assim o famoso Complexo Arquitetônico da Pampulha.
Estivemos primeiramente no Museu de Arte. Construído para ser um cassino, o prédio se tornou um museu quando no Brasil os tipos de jogos de cassinos foram proibidos.Uma grande parede de espelhos impacta ao primeiro olhar e proporciona maior visibilidade por todo espaço. Niemeyer quebra o rigor das retas com a parede curva do térreo e com a marquise irregular. O uso do vidro no lugar de paredes convencionais dão um ar de leveza à obra e mantém uma certa comunicação entre o exterior e o interior. Marquises e colunas colocadas fora do museu nos fazem sentir ainda dentro do prédio e remetem à discussão entre público e privado que levanta o arquiteto Hertzberger. Além disso, o museu possui jardins em sua volta, projetados por Burle Marx, que inovou utilizando plantas nativas.
A obra Casa do Baile foi projetada a fim de realizar pequenas reuniões polulares, com dança e diversão. Na planta o destaque é a forma da obra: duas circunferências se tangenciam internamente e delas desprende-se uma marquise sinuosa que se comparam bastante às curvas das margens da represa. Os famosos jardins de Burle Marx também estão presentes para completar todo o charme do projeto. Hoje, a Casa do Baile recebe pequenas exposições além de seminários e outros eventos e recentemente passou por uma pequena reforma de restauração.A intervenção de outros arquitetos não foi muito eficiente e descaracterizou grande parte da obra.
Foi possível aprender bastante com o passeio. A partir dele conseguimos ver na prática alguns itens já vistos em teoria e podemos refletir mais sobre os valores, encantos e também os limites da arquitetura, que a cada diainfluencia mais a sociedade e tudo que a ela pertence. Abaixo, seguem algumas fotos dos locais:
Museu de Arte
Casa do Baile
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Performance
Vídeo da Performance realizada dia 13 de agosto de 2010, na EA UFMG.
http://mariahtanurearquitetura.blogspot.com/
http://mariahtanurearquitetura.blogspot.com/
domingo, 15 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Descobrindo
Sentadas em frente ao computador, eu e minha colega Mariah nos divertimos com o programa PhotoBooth. O resultado foi esse. Fotos inesperadas. Nesta imagem destaquei Mariah. Nos conhecemos no primeiro dia de aula e eu ainda me lembro dela de antes, pois fizemos vestibular na mesma sala. Eu a destaco na foto pois ela se destacou pra mim, assim como outras pessoas, no dia da prova. No caso dessa fotografia, nós não percebemos que a câmera fotografava em sequência, assim, o resultado foi bem natural e impensado. Assim espero da arte e da arquitetura: bem natural e impensada, sem regras nem clichês.
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